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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Google usa O SEU celular para gravar as suas conversas …

Google usa O SEU celular para gravar as suas conversas …

Posted by Thoth3126 on 11/12/2017

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Em 1997, o filme “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado” virou cult com o suspense em que adolescentes tentam esconder um crime acidental. Passados vinte anos, o título soa inofensivo se comparado às práticas dos gigantes da internet. Google e Facebook sabem o que seus clientes fizeram não apenas no verão passado, mas a cada segundo (Nota Thoth: e por extensão todo o aparato de inteligência do estado mais vigiado do planeta tem acesso às suas informações, assim como a CIA, FBI, DIA, DHS, FEMA, etc…)

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

A opressão da vigilância: Você não sabe, mas o Google usa seu celular para gravar suas conversas. A discutível iniciativa mostra que estamos cada vez mais expostos. Afinal, qual é o uso que a empresa faz dessas informações?

Por Bárbara Libório e Celso Masson – Fonte: http://istoe.com.br/

Na falta de uma legislação específica sobre (o respeito à) privacidade e valendo-se da anuência do usuário a partir do aceite de “termos de uso” raramente lidos com a devida atenção, essas empresas exercem uma vigilância opressiva (mas dissimulada), coletando e estocando dados que a maioria (dos zumbis) sequer imagina ter fornecido. Muito menos como o fez.

§ Como a CIA criou o GOOGLE (1)

§ Como a CIA criou o GOOGLE (2)

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Um exemplo chocante é o dispositivo que permite ao Google gravar conversas a partir do acionamento do microfone do celular mesmo quando o aparelho sequer está sendo usado. Como o recurso é ativado sem que o usuário seja informado, ele dificilmente percebe quais trechos de suas conversas foram capturados. As gravações são limitadas a poucas palavras e ficam armazenadas na conta de cada usuário, que pode acessá-las na página “Minha atividade > voz e áudio”.

Segundo a empresa, o intuito das gravações é “aprimorar o recurso de reconhecimento de voz” para pesquisas em qualquer idioma. Curiosamente, na página sobre privacidade, em que explica quais dados de seus usuários coleta e utiliza, não há menção às gravações aleatórias de conversas dos usuários. O Google não atendeu a solicitação de entrevista feita pela reportagem da ISTOÉ, limitando-se a fornecer esclarecimentos já divulgados sobre o tema.

§ Facebook : seus tentáculos alcançam muito mais longe do que você imagina

Google e como o site de buscas grava suas conversas e de que forma você pode impedir:

Configuração
Quando você configura o smartphone e aceita os termos de uso do Google, pode permitir o acesso ao microfone do seu celular.

Uso das informações
A empresa diz que o recurso é usado para garantir um refinamento nas ferramentas de reconhecimento de linguagem e para tornar o mecanismo de busca e anúncios mais relevantes ao usuário. O Google nega a venda dessas informações para outras empresas.

Falha do sistema
Usuários alegam que conversas com outras pessoas também são gravadas, como se o celular tivesse ouvido a conversa. De acordo a empresa, isso não é intencional e pode ocorrer por um erro do sistema.

Arquivos de voz
Você pode saber o que foi gravado e apagar os registros. Para isso, é preciso acessar a página “Minha atividade > voz e áudio” do Google.

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Transcrições
Na página você vai encontrar todas as pesquisas e comandos de voz que fez no smartphone, separadas por data. Cada registro pode ou não conter uma transcrição. É possível também ouvir os trechos de áudios gravados.

Bloqueio
Para excluir a conversa é preciso marcar o checkbox que aparece à esquerda do registro e depois clicar em “excluir”, no canto superior direito. Na mesma página também é possível bloquear futuras conversas.

§ Microsoft, Facebook, Google, Yahoo! e a colaboração com a espionagem da NSA

Para especialistas em marketing digital, a real explicação para tais gravações pode estar no direcionamento da publicidade paga. A “personalização de anúncios” é defendida como forma de tornar mais úteis as informações veiculadas pelos “mais de dois milhões de websites e apps não pertencentes ao Google e que fazem parceria com o Google para exibir anúncios”. No entendimento de Marco Konopacki, coordenador de projetos do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio, as gravações servem para otimizar o serviço da empresa. “Eles podem cruzar essas informações (de pesquisas feitas pelo usuário) e oferecer um anúncio. Isso também é feito para tornar a busca mais relevante e aumentar a utilidade no buscador deles”. Uma vez que o dono do smartphone aceita os termos de uso que permitem interagir com o aparelho por meio de comandos de voz, ele na prática está liberando também que sejam feitas gravações. O que muitas vezes passa despercebido é que, para o celular obedecer a um comando de voz, ele precisa “ouvir” o tempo todo, o que não significa que os sons ao redor dele serão gravados. Páginas do Facebook estão repletas de relatos de usuários que foram direcionados a anúncios específicos sem que jamais tivesses feito qualquer pesquisa sobre o assunto, mas que o haviam mencionado em conversas com amigos.

“Ainda não está claro, em nosso país, quais dados pessoais a que as empresas e a Administração Pública podem ter acesso, e nem mesmo como essa coleta e armazenamento ocorrem”, diz Gisele Truzzi, advogada especialista em direito digital. “Estamos em um campo onde a legislação e a regulamentação ainda são insuficientes. Mas isso não significa estarmos de mãos atadas para coibir excessos”. Ela cita o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), que define a privacidade como direito do usuário em seu Art. 7º. Para a advogada, uma disposição de termo de uso que represente qualquer nível de intrusão na vida do cliente viola o artigo e o princípio de privacidade que está na Constituição. O Projeto de Lei nº 5246/2016, ainda em tramitação, amplia a proteção à privacidade dos usuários. Caso estivesse em vigor, as gravações do Google poderiam ser entendidas como algo que extrapola a finalidade, a necessidade e a transparência da relação com o cliente.

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“Anonimizado”
Embora afirme não gravar conversas dos usuários, o Facebook não nega que o recurso faça parte de algumas funcionalidades dos serviços prestados. “Nós apenas acessamos o microfone dos telefones das pessoas quando elas estão utilizando ativamente alguma ferramenta específica que requer áudio e somente quando elas autorizam”, diz um porta-voz da empresa. A coleta de dados para otimizar a entrega de anúncios é feita a partir das informações que o usuário decide fornecer, dos serviços que usa com o login do Facebook e de sua interação com os amigos. Mesmo que dados pessoais estejam disponíveis na plataforma, cada usuário é “anonimizado”. Ou seja, a oferta de anúncios e as sugestões para seguir outras pessoas se baseiam no uso que cada um faz do serviço, sem identificar quem é quem. Só no Brasil, o Facebook tem 117 milhões de pessoas ativas todo mês. No mundo, 1,9 bilhão. A política de não lucrar com as informações pessoais dos clientes não impede o Facebook de realizar ações de marketing. Com os dados detalhados que coleta, a empresa foi capaz, por exemplo, de fornecer à cervejaria Budweiser informação sobre a data de aniversário de clientes nos Estados Unidos. Eles foram presenteados com uma lata de cerveja da marca ao completar 22 anos.

§ Computador Quântico: NASA e Google compram D-Wave-Two

Ainda que não grave as conversas dos usuários, o Facebook conta com recursos como o reconhecimento facial das pessoas cujas fotos são publicadas na plataforma, além de arquivar praticamente todas as mensagens já trocadas na rede social. Infelizmente, não é possível limitar o alcance do Facebook neste quesito: está nos termos de uso que a empresa pode ter acesso pleno ao que o usuário acessa e clica dentro do site. “Na era da informação, os nossos dados são a moeda de troca”, diz a especialista em direito digital.

Facebook e alguns itens sobre você guardados no Registro de Atividades da “rede social”:

Anúncios clicados
Data, horário e títulos dos anúncios visitados.

Tópicos de anúncios
Uma lista de tópicos para os quais você pode ser direcionado com base nas curtidas, nos interesses e em outros dados informados na sua Linha do Tempo.

Cartões de crédito
Se você fez alguma compra e forneceu o número do cartão ao Facebook.

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Reconhecimento facial
Baseado em uma comparação das fotos em que você está marcado. Os dados servem para ajudar outras pessoas a marcar você nas fotos delas.

Números de telefone
Adicionados à sua conta, incluindo números de celulares alternativos que você adicionou por questão de segurança.

Fotos
Todas as imagens carregadas em sua conta.

Vídeos
Todas as gravações publicados na sua Linha do Tempo.

Visões políticas
Qualquer informação adicionada a Preferência política na seção Sobre da Linha do Tempo.

Visões religiosas
As informações adicionadas a Religião na seção Sobre da sua Linha do Tempo.

§ CIA pode invadir TV, iPhone, Whatsapp, celulares e até carros, afirma Wikileaks

Compartilhamentos
Todo o conteúdo que você compartilhou com outras pessoas no Facebook usando o botão ou link Compartilhar. Por exemplo, notícias ou postagens de outras pessoas.

Colaborou Thais Skodowski


Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

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FONTE = https://thoth3126.com.br/google-usa-o-seu-celular-para-gravar-as-suas-conversas/

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domingo, 10 de dezembro de 2017

Quatro irmãos centenários que podem ajudar a desvendar a longevidade

Quatro irmãos centenários que podem ajudar a desvendar a longevidadeQuatro irmãos centenários que podem ajudar a desvendar a longevidade

Posted by Thoth3126 on 10/12/2017

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Quatro irmãos que viveram até depois dos 100 anos são peças centrais de um estudo que há duas décadas investiga os genes por trás da longevidade. Nenhum dos quatro irmãos Kahn, que nasceram em Nova York na década de 1910, se importava em ter hábitos muito saudáveis. Mesmo assim, eles viveram até os 102, 107, 109 e 110 anos. A irmã mais velha, Helen, fumou por mais de 90 anos. “Ela dizia que o segredo de sua vida longa era exatamente ela ter fumado tanto”

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Os 4 irmãos centenários que podem ajudar a desvendar o segredo genético da longevidade

Flávia MilhoranceDa BBC Brasil em Londres-Fonte: http://www.bbc.com/

A irmã mais velha, Helen, fumou por mais de 90 anos. “Ela dizia que o segredo de sua vida longa era exatamente ela ter fumado tanto”, contou à BBC Brasil Nir Barzilai, diretor do Instituto para Pesquisa do Envelhecimento na Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova York.

Barzilai coordena desde 1998 o Projeto dos Genes da Longevidade, que investiga o material genético e o histórico médico de 670 idosos e seus filhos. Fazem parte do estudo judeus asquenazes – provenientes da Europa Central e do Leste e que têm um material genético historicamente mais homogêneo, ideal para a pesquisa.

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Todos os irmãos Kahn passaram dos 100 anos com vida saudável

Na época da coleta de amostras, eles tinham idades entre 95 e 112 anos, e eram todos saudáveis. Boa parte, como os irmãos Kahn, já faleceu, mas seus genes continuam trazendo novas respostas sobre como é possível se viver tanto.

“Fico fascinado por pessoas como os Kahn; me intriga como a idade cronológica de alguns parece não combinar com a biológica”, comenta Barzilai. “E em centenários, hoje já temos evidências de que a genética tem um papel muito maior que o ambiente”.

Entre os irmãos Khan, Irving começou sua carreira antes da Grande Depressão, de 1929, e há três décadas coordenava o fundo de hedge Kahn Brothers Group, que ele próprio fundou. Até os 106 anos, ele ainda trabalhava todos os dias na movimentada Wall Street e gerenciava US$ 700 milhões (R$ 2,7 bilhões) em ativos.

“Eu pagaria se você tirasse (o trabalho) de mim, eu o compraria de volta”, disse Irving Khan numa entrevista concedida para a pesquisa aos 104 anos, cinco anos antes de sua morte, em 2015.

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Nir Barzilai

Irving também fumou por anos. Aliás, entre os centenários do estudo, 30% das mulheres e 60% dos homens fumaram durante a maior parte da vida. Além disso, 50% eram obesos e 50%, sedentários. Mesmo assim, eram mais saudáveis que os demais indivíduos do estudo (o grupo controle).  Nir Barzilai há quase duas décadas estudas os genes da longevidade.

Barzilai faz questão de ressaltar que os hábitos saudáveis e o avanço da medicina continuam sendo essenciais para a longevidade dos seres humanos.

A população mundial de centenários vem, inclusive, crescendo com o passar dos anos: de 2,9 centenários em cada dez mil adultos em 1990 para 7,4 em dez mil, em 2015, segundo a ONU.

Mas a principal conclusão de Barzilai é que há genes que protegem os humanos de doenças relacionadas ao envelhecimento, como câncer, doenças cardiovasculares e neurológicas.

O bom colesterol

No caso dos irmãos Kahn (e de outros indivíduos pesquisados), as análises encontraram mutações em dois genes – CETP e APOC3 – que elevam os níveis de HDL, o “bom colesterol”. Enquanto os níveis normais de HDL da população ficam entre 40-50 mg/dL para homens, e 50-59 mg/dL, para mulheres, os indivíduos da pesquisa tinham em média 147 mg/dL. O alto HDL, por sua vez, mostrou proteger contra o declínio cognitivo e o mal de Alzheimer.

“A maioria da população não tem estas mutações, mas muitos longevos centenários as têm”, comenta Barzilai. “Com base nessas informações, já há estudos sendo feitos por farmacêuticas para imitar a ação dessas mutações genéticas em medicamentos”.

O hormônio do crescimento

Uma nova pesquisa do grupo americano tem inspiração na natureza: cães pequenos vivem mais que os maiores, e pôneis vivem mais que cavalos normais. Além disso, testes em camundongos já mostraram que baixos níveis do hormônio de crescimento (GH) estão associados com a longevidade. “Eu duvidava que este padrão pudesse ocorrer também em humanos”, disse Barzilai. “Mas encontramos alterações no funcionamento do hormônio de crescimento em mais de 50% dos centenários”.

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Os Irmãos Kahn nasceram nos anos 1910 em Nova York.

Os resultados das últimas análises trazem mais detalhes sobre o processo que já vem sendo estudado há alguns anos e serão em breve publicados na revista científica Science Advances. Em linhas gerais, eles mostram mutações (Ala-37-Thr e Arg-407-His) no receptor IGF1 do GH e outros fatores que inibem o hormônio de crescimento.   Nas mulheres, este efeito é ainda maior. As idosas com níveis mais baixos de hormônio do crescimento sobreviviam mais tempo e tinham melhores funções cognitivas do que aquelas com níveis acima da média.

A produção do GH aumenta durante a infância, tem seu pico na puberdade e começa a cair mais rapidamente a partir da meia idade. Por isso, tratamentos à base dessa proteína são promovidos para desacelerar os sinais de envelhecimento, especialmente nos Estados Unidos. Alguns estudos já vinham sinalizando que seu uso não deveria ser recomendado. E agora Barzilai reforça que a prática é prejudicial.

“Há médicos que estão dando GH para idosos. Mas se você quer ajudar pessoas a envelhecer bem, você deveria pensar em ter menos GH, e não injetar mais. Temos mais evidências de que esta prática está errada e deveria ser interrompida”, afirma o pesquisador.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) libera o uso de medicamentos à base de GH sob prescrição médica apenas para tratar alterações do hormônio. Mas há casos de outros usos, sem aprovação, para fins estéticos ou melhora da performance esportiva.

As mitocôndrias

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Barzilai junto a outros pesquisadores também descobriu proteínas originadas das mitocôndrias – organelas de energia das células – que aparecem em altos níveis no organismo de centenários e ajudam contra as doenças do envelhecimento. O objetivo de Barzilai é aplicar as descobertas sobre os genes da longevidade em tratamentos futuros para fazer com que aqueles que não têm essas mutações envelheçam com mais saúde.

Enquanto isto, outros estudos mostraram que a genética tem uma influência de 25% na longevidade humana (não especificamente entre centenários), como resume uma pesquisa da revista Immunity & Ageing. Por isso, boa parte das pesquisas ainda foca em fatores ambientais que têm impacto na extensão da vida humana e apontam tanto para o consumo da dieta mediterrâneacomo para o nível de felicidade dos indivíduos.


Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

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FONTE: https://thoth3126.com.br/quatro-irmaos-centenarios-que-podem-ajudar-a-desvendar-a-longevidade/

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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Sexta-feira 13, como surgiu a superstição do dia do azar?

Sexta-feira 13, como surgiu a superstição do dia do azar?

Posted by Thoth3126 on 13/10/2017

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É sexta-feira 13, o dia mais amaldiçoado do calendário, supostamente quando tudo pode dar errado. Mas de onde surgiu a ideia de que coisas ruins acontecem nesta data? Sexta-feira e o número 13 já eram associados ao azar por si só, segundo Steve Roud, autor do guia da editora Penguin Superstições da Grã-Bretanha e Irlanda.

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Como surgiu a superstição da sexta-feira 13?

Fonte: https://g1.globo.com/

“Porque sexta-feira foi o dia da crucificação (de Jesus Cristo), as sextas-feiras sempre foram vistas como um dia de penitência e abstinência”, diz ele. “A crença religiosa virou uma aversão generalizada por começar algo ou fazer qualquer coisa importante em uma sexta-feira”.

Por volta de 1690, começou a circular uma lenda urbana dizendo que ter 13 pessoas em um grupo ou em torno de uma mesa dava azar, explica Roud. As teorias por trás da associação de azar com o número 13 incluem o número de pessoas presentes na Última Ceia e o número de bruxas em um clã.

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Até que esses dois elementos – a sexta-feira e o número 13 – que já causavam receio isoladamente acabaram se unindo em um momento da história. Por ironia do destino, um grupo que surgiu para ridicularizar superstições acabou consagrando a data.

Em 1907, um livro chamado Sexta-feira 13 foi publicado pelo corretor de ações Thomas Lawson – essa foi a inspiração para a mitologia em torno da data, culminando na franquia de filmes homônima nos anos 1980. O livro conta a história sombria de um corretor de Wall Street que manipula o valor de ações para se vingar de seus inimigos, deixando-os na miséria.

Para isso, ele tira proveito da tensão natural causada pela data no mercado financeiro. “Cada homem na bolsa de valores está de olho nessa data. Sexta-feira, a 13, quebraria o melhor pregão em andamento”, diz um dos personagens. Como se vê, em 1907, a sexta-feira 13 já era uma superstição socialmente estabelecida. Mas não era assim 25 anos antes.

O Clube dos Treze, um grupo de homens determinados a desafiar superstições, se reuniu pela primeira vez em 13 de setembro de 1881 (uma quarta-feira) – mas só seria fundado oficialmente em 13 de janeiro de 1882.

Eles se encontravam sempre no dia 13 de cada mês, sentavam – os 13 – à mesa, quebravam espelhos, derrubavam saleiros extravagantemente e entravam no salão de jantar passando debaixo de uma escada. Os relatórios anuais do clube mostravam meticulosamente quantos de seus membros tinham morrido, e quantas destas mortes haviam ocorrido dentro do prazo de um ano após um membro comparecer a um de seus jantares.

‘Grande coração’

O grupo foi fundado pelo capitão William Fowler em seu restaurante, o Knickerbocker Cottage, na Sexta Avenida de Manhattan, em Nova York. Ele era considerado um “bom companheiro de grande coração, simples e caridoso”.

Como mestre de cerimônias, ele “sempre entrava no salão de banquetes à frente do grupo, vistoso e sem medo”, segundo Daniel Wolff, “chefe de regras” do clube.

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O jornal The New York Times informou na época que, na primeira reunião, o 13º convidado estava atrasado, e Fowler ordenou que um dos garçons assumisse seu lugar: “O garçom estava sendo empurrado escada acima quando o convidado que faltava chegou”.

O primeiro alvo do grupo foi a superstição de que, se 13 pessoas jantassem juntas, uma delas morreria em breve. Mas uma segunda superstição veio logo a seguir.

Em abril de 1882, o clube adotou uma resolução lastimando o fato de que a sexta-feira era “há muitos séculos considerado um dia de azar… sem motivos razoáveis” e enviaram apelos ao presidente americano, a governadores e a juízes pedindo que estes últimos parassem de marcar enforcamentos para sextas-feiras e levassem a cabo execuções em outros dias da semana.

Mas não há qualquer sinal da superstição da sexta-feira 13 nas atividades do clube. Ela surgiu em algum momento entre a fundação do clube, em 1882, e a publicação do livro de Lawson de 1907.  Seria isso por culpa do próprio clube?

Orgulho

O grupo aproveitava todas as oportunidades que apareciam para juntar as duas superstições e ridicularizá-las, segundo reportagem do jornal Los Angeles Herald de 1895: “Nos últimos 13 anos, quando a sexta-feira caiu no dia 13, esta peculiar organização fez reuniões especiais para se deleitar”.

O clube se orgulhava de ter colocado a superstição no foco das atenções. Sua fama cresceu: o grupo original de 13 membros passou a contar com centenas de pessoas na virada do século, e clubes parecidos foram fundados em outras cidades em todo o país.

Em 1894, foi criado o Clube dos Treze de Londres. Em uma carta de 1883 aos membros nova-iorquinos, o escriba do clube londrino, Charles Sotheran, elogia a determinação com que eles combateram “duas dessas superstições vulgares, a crença de que o número 13 traria azar e que a sexta-feira seria um dia azarado”. “Vocês criaram um sentimento popular a favor dos dois”.

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A frase é ambígua, mas ela pode ser interpretada como um sinal de que as duas superstições, juntas, caíram nas graças do povo. A doutrina do Clube dos Treze era de que “superstições deveriam ser combatidas e eliminadas”.

Mas tudo indica que, em vez disso, eles tiveram o grande azar de acabar lançando uma das superstições mais conhecidas e persistentes do mundo ocidental.

* Com reportagem de Trevor Timpson


Um importante fato histórico ocorrido numa sexta-feira 13: Na madrugada do dia 13 de outubro de 1307 (uma sexta feira), o rei francês Philipe, o Belo,  aproveitou os rumores e inquéritos contra os Templários para começar seu movimento contra a Ordem dos Cavaleiros Templários, enviando uma ordem secreta aos seus agentes em todas as partes da França para implementar uma prisão em massa de todos os Templários no início do dia 13 de outubro (uma sexta feira). Philipe queria que os templários fossem presos e seus bens confiscados para incorporar sua riqueza no Tesouro Real e para estar livre da enorme dívida que devia à Ordem dos Templários. O Grão Mestre Jaques de Molay estava em Paris, no dia 12 de outubro, onde era pallbearer no funeral de Catherine de Courtenay, esposa do conde Carlos de Valois e cunhada do rei Philipe.

Em uma incursão da madrugada na sexta-feira, 13 de outubro de 1307, Molay e mais sessenta de seus irmãos templários foram presos. Philip então tinha os Templários acusados ​​de heresia e muitas outras acusações falsas, a maioria das quais eram idênticas às acusações que anteriormente os agentes de Philipe haviam enfrentado contra o Papa Bonifácio VIII.


Mais informações, leitura adicional:

§ Dogons, o Povo das Estrelas, de SIRIUS.

§ A Inevitável Mudança Dimensional da Terra e dos seres humanos (1)

§ Plantas medicinais dos peles vermelhas

§ Kogi, as crianças do próximo “milênio” …

§ As cidades perdidas da Amazônia no Brasil

§ Credo Mutwa, os Zulus e os Reptilianos na África (1)

§ A decadência da “civilização europeia” e sua dívida com os povos indígenas

§ A Secreta História da Terra

§ Um Testemunho do Povo Pele Vermelha

§ Uma História em Blue Lake, Taos Pueblo

§ A lenda e a profecia do Bufalo Branco

§ Nasceu raro Búfalo Branco no Texas

§ Peles Vermelhas e um aviso do FIM dos TEMPOS

§ Os Maias e sua visão do mundo

§ Profecias dos Indigenas HOPI

§ Carta do Chefe Seattle


Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

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FONTE: https://thoth3126.com.br/sexta-feira-13-como-surgiu-a-supersticao-do-dia-do-azar/

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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

sexta-feira, 19 de maio de 2017

COISAS DE ITALIANOS...

Saluti a tuti amici... LE COSE GLI ITALIANI COISAS DE ITALIANOS... Aprendemos a viver com os italianos e a programar a vida com os americanos. Contudo, os italianos crescem e morrem juntos com suas famílias, amigos e irmãos, enquanto os americanos crescem e morrem sozinhos, pois foram expulsos de suas famílias aos 18 anos e não aprenderam a conviver com o coração com seus pais, amigos e irmãos. Veja abaixo o que acontece no decorrer da vida. Filhos Americanos: Saem de casa até aos 18 anos com total apoio dos pais. Filhos Italianos: Saem de casa aos 35 anos, depois de poupar o suficiente para comprar casa e pagar duas semanas de lua de mel quando casarem... Mesmo assim, mantém um quarto na casa dos pais para os fins-de-semana. Filhos Americanos: Quando a mãe os visita leva um bolo, os filhos servem café e eles conversam. Filhos Italianos: Quando a mama os visita, leva comida para 3 dias, lava e passa roupa, limpa e arruma a casa. Filhos Americanos: Os pais sempre avisam quando vão visitá-los e isto acontece só em ocasiões especiais. Filhos Italianos: Eles nunca sabem quando os pais vão aparecer às oito da manhã de sábado e começar a podar as suas árvores frutíferas. E, se não houver árvores frutíferas, eles plantam. Filhos Americanos: Sempre pagam aluguel e procuram nas páginas amarelas quando precisam de algum serviço. Filhos Italianos: Ligam para os pais e tios, pedindo o telefone de outros pais/tios que possam saber do serviço que eles precisam. Filhos Americanos: Visitam os pais para comer um bolo com café - e fazem só isso, mais nada. Filhos Italianos: Visitam os pais para tomar um café, comer bolo, antipasto, vinho, um bom prato de massa, carne, salada, pão, sobremesa, frutas, expresso e uns drinks após o jantar. Filhos Americanos: Cumprimentam os pais com "Oi" e "Olá". Filhos Italianos: Cumprimentam os pais com um grande abraço, beijos e tapinhas nas costas. Filhos Americanos: Tratam os pais por sr. e srª. Filhos Italianos: Tratam os pais por mamma e babbo.. Filhos Americanos: Nunca viram os pais chorar. Filhos Italianos: Choram junto com os pais. Filhos Americanos: Devolvem o que pedem emprestado aos pais em poucos dias. Filhos Italianos: Ficam com as coisas que emprestam dos pais por tanto tempo que os pais esquecem que são deles. Filhos Americanos: Quando o jantar acaba vão para casa. Filhos Italianos: Quando o jantar acaba ficam horas conversando, rindo ou simplesmente confraternizando. Filhos Americanos: Sabem pouco sobre os pais. Filhos Italianos: Podem escrever um livro sobre os pais. Filhos Americanos: Comem sanduíches de manteiga de amendoim, geleia e pão de forma branco. Filhos Italianos: Comem sanduíche de salame, queijo colonial, pão caseiro, crostoli, conservas, Chiant roso Filhos Americanos: Deixam você para trás se é isto que a maioria está fazendo. Filhos Italianos: Não lhe abandonam mesmo que a grande maioria ache normal abandonar. Filhos Americanos: São amigos do momento. Filhos Italianos: São amigos por toda vida. Filhos Americanos: Gostam de Rod Stewart e Steve Tyrell. Filhos Italianos: Gostam de Laura Pausini e Andrea Bocelli Filhos Americanos: Vão ignorar esta mensagem. Filhos Italianos, portugueses, espanhóis... vão repassar per tutti gli amici oriundi... bacio a tutti !!!! ARRIVEDERCI !!!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Alho e os seus benefícios para a saúde

Alho e os seus benefícios para a saúde Posted by Thoth3126 on 12/01/2017
Dez surpreendentes benefícios à saúde ao se consumir alho O Alho é bem conhecido como um remédio natural para se manter a saúde e que ao longo da história humana tem sido muito utilizado por todas as culturas para o tratamento de várias doenças. É extremamente fácil de se obter o alho na maioria dos países e podem ser preparados ou consumidos frescos… Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch Alho e os seus benefícios para a saúde – By Natural Blaze http://www.naturalblaze.com … Ele pode ser facilmente incluído na sua alimentação ou pode ser consumido por conta própria. Você não precisa se limitar ao alho fresco também. Alho em pó ou flocos de alho secos são tão eficazes e super fácil de se manter no armário para o consumo diário. Recomenda-se que adultos consumam mais de um cravo de duas ou três vezes por dia e que as crianças com um quarto à metade de um dente, uma ou duas vezes por dia.
Como você vai ver na lista abaixo, alem de ser um saboroso tempero universal de quase todos os pratos cozidos, o alho tem algumas habilidades incríveis para ajudar na saúde em nossas vidas diárias. Quando usado para fins medicinais, o alho pode ajudar a tratar uma ampla variedade de doenças, bem como fazer o seu jantar ter um gosto incrível . Se você está interessado em saber como o alho pode ser usado para ajudar na sua saúde, sente-se e leia os nossos 10 benefícios surpreendentes do consumo do alho para nossa saúde! 1. O alho tem sido usado para ajudar os bebês a ganhar peso enquanto estão no útero. Da próxima vez que você tiver um bebê se preparare para ter bafo de alho. Exceto se você tem um histórico de bebês grandes, caso em que talvez você queira pular as doses extras? 2. O alho fortalece o sistema imunológico, bem como ajuda a combater infecções no peito, tosse e congestão. Nos meses de inverno o alho é um ótimo alimento para reforçar o seu sistema imunológico e evitar gripes e resfriados. Um remédio popular antigo é comer um dente de alho que foi mergulhado em mel no primeiro sinal de um resfriado. Por que não experimentá-lo e ver se ele funciona para você? 3. O alho contém altos níveis de iodo o que o torna um produto muito eficaz no tratamento para as condições de hipertireoidismo. O tratamento com alho mostrou melhorar significativamente esta condição. 4. O escorbuto é tratado pela vitamina C e o alho contém bons níveis de vitamina C também. 5. O Folclore popular diz que o alho é bom para mais do que assustar vampiros famintos e mantê-los longe! A impotência tem sido tratada com alho, e o tratamento continua em muitas comunidades até hoje. Por que não tentar tratar-se com alho por vários meses antes de ir ao médico para que receite Viagra? 6. A doença cardiovascular pode ser reduzida por meio da ingestão de alho. O colesterol LDL não é amigo de alho e os depósitos de placas na aorta que se reúnem nas paredes das veias do seu corpo pode ser reduzido com o uso de alho também. Estudos têm demonstrado os benefícios surpreendentes de se ingerir alho em relação à doença cardíaca.
1. Infecções vaginais fúngicas e bacterianas são eliminadas quando tratadas com alho! Quando esmagado ou moído, o alho libera alicina que é um composto sulfúrico, que é um antibiótico natural. Os soldados durante a I Guerra Mundial, usavam alho esmagado em feridas infectadas sofridas nas batalhas. Se você decidir tomar o alho em forma de comprimido não se esqueça de usar cápsulas de pó. Os processos usados para criar comprimidos de alho destroem a alicina que está presente. 2. O Alho é uma grande fonte de vitamina B6, a qual é necessária para se ter um sistema imunológico saudável e para o crescimento eficiente de novas células. A vitamina B6 também pode ajudar com o humor e melhorar a sua disposição e alegria! 3. Alho pode ajudar na prevenção de vários tipos de câncer. O câncer de bexiga, câncer de próstata, câncer de mama, câncer de cólon e câncer de estômago têm sido demonstrado que têm seus tumores reduzidos quando tratados com alho. A vitamina B6 se diz ter habilidades de combate ao câncer. 4. Alho regula o açúcar no sangue, uma vez que aumenta o nível de insulina no sangue. Isto pode ajudar no controle da diabetes. Consultar um médico se você acredita que o uso de alho pode ajudar na sua condição.
Uma palavra de advertência sobre consumir muito alho, em grandes doses, o alho pode ser prejudicial para a sua saúde e você nunca deve tomar mais do que a dose recomendada. Também estar ciente de que as propriedades do alho realmente entrar em sua corrente sanguínea e é por isso que ele é tão eficaz de muitas maneiras. O que isto significa, no entanto, é que quando você suar, o alho vai deixar o seu corpo através de seus poros. Muitas pessoas que comem mais do que a quantidade normal de alho aumentaram o odor corporal. Considere também outra área de sua saúde quando você optar por consumir mais alho do que seus amigos e familiares. Se você é o único a tomar doses crescentes de alho, também mastigue de um a três raminho de salsa após cada dose de alho, isso é recomendado para combater o agradável aroma de alho em seu hálito! Aqueles ao redor de você vão agradecer por isso! Publicado em Janeiro 2014. Saiba mais sobre SAÚDE em: 1. http://thoth3126.com.br/cinco-alimentos-verdes-com-poder-de-cura-excepcional/ 2. http://thoth3126.com.br/diet-coke-zero-e-mortal/ 3. http://thoth3126.com.br/mais-circo-aumento-no-consumo-de-drogas-sinteticas-e-sem-precendentes-diz-onu/ 4. http://thoth3126.com.br/gengibre-previne-o-cancro/ 5. http://thoth3126.com.br/brasil-o-acai-aparece-para-aliviar-a-aterosclerose/ 6. http://thoth3126.com.br/acerola-uma-fruta-muito-saudavel/ 7. http://thoth3126.com.br/stevia-adocante-natural-e-saudavel-do-brasil/ 8. http://thoth3126.com.br/batons-contaminam/ 9. http://thoth3126.com.br/meditacao-pratica-ganha-aval-da-ciencia/ 10. Permitida a reprodução desde que mantido o formato original e mencione as fontes.
www.thoth3126.com.br Fonte = https://thoth3126.com.br/alho-e-os-seus-beneficios-para-a-saude/ POSTADO POR VÁRIOS ASSUNTOS

terça-feira, 22 de março de 2016

A INTERNET DEU VOZ AOS IMBECIS

A INTERNET DEU VOZ AOS IMBECIS publicado em sociedade por João Lopes Estamos nos levando a sério demais na internet. Os imbecis nunca receberam tanta atenção.
Foto da internet Não é preciso ser nenhum gênio para notar esse fato social curioso que está em curso, após a grande difusão da internet na última década. Idiotas que nunca poderiam ser levados a sério na “vida real” ganharam grande importância em suas opiniões, e todos podem e opinam sobre qualquer assunto e pessoa em seus perfis sociais na rede, que são compartilhados com o público. A internet é parte desse processo de globalização arrojado em que vive a terra desde o fim do chamado Mundo Bipolar, ela trata de conferir uma espécie de sensação democrática em que um indivíduo pode tornar a sua voz audível a um número imenso de outros indivíduos. Isso tudo é de certa forma maravilhoso, porque facilitou e modificou variados tipos de relações independentemente da distância entre as pessoas. No Brasil, o fenômeno tem sido uma experiência sociológica curiosa, porque tem dado a cada um imensa importância em suas opiniões. Quem nunca fez a experiência de ler os comentários publicados no facebook, nas publicações dos perfis de notícias, ou nas discussões de grupos, fóruns e mesmo na seção específica de comentários das páginas, talvez não tenha percebido quão deficiente é a formação educacional e cultural dos brasileiros. Os blogs e vlogs – espaços em redes sociais em que pessoas postam vídeos com opinões etc. – basicamente são os formadores de opinião de uma grande massa de pessoas que utilizam a internet. Discute-se política, economia, religião, sexualidade etc., a partir de frases ou pequenos textos e vídeos contendo meia dúzia de argumentos, às vezes completamente equivocados do ponto de vista técnico e dissociados da realidade. Some-se a isso a quantidade de opinões vazias de qualquer inteligência que lotam os comentários desses espaços. Uma relação muito simples que podemos fazer para compreender o desdobramento completamente vazio de significado da maioria de nossas discussões na internet é trazermos a situação para uma grande praça onde alguém está fazendo um discurso ou apenas gritando frases racistas ou homofóbicas, neste momento ninguém traz consigo um gravador ou câmera para registrar aquilo e depois sair mostrando aos amigos, fazendo campanhas para demonstrar o quão determinada pessoa é retrógrada ou racista, e ainda que neste exemplo alguém gravasse com o seu celular a divulgação seria por meio de alguma rede que utiliza a internet. Há um excesso de prints de comentários de políticos, religiosos e até mesmo de pessoas comuns afirmando coisas completamente inadmissíveis do ponto de vista da sensatez, todavia damos público e palcos para aqueles que sequer mereciam a nossa atenção se estivessem dizendo aquelas coisas, que estão sendo compartilhadas por nós, em uma praça pública. Se a internet se tornou a Ágora do nosso tempo, vivemos em uma democracia completamente imbecilizada pela falta de conteúdo e de raciocínio crítico daquilo que se deve ou não levar realmente em consideração. Falta, de outro lado, um incentivo à retomada da razão crítica, porque, ainda que algum conteúdo pudesse efetivamente ser usado nas discussões em rede, a ausência de capacidade cognitiva da grande maioria dos leitores e espectadores dessas discussões não consegue compreender completamente o que é dito para além do senso comum. Em verdade, nossa sociedade vive o fenômeno da especialização em termos de conhecimento, mas contrariamente a isso, na internet, qualquer pessoa pode refutar o que disse um médico ou jurista, e sempre haverá público para dar atenção a ela, não obstante quão grosseiramente imbecil seja o que ela está dizendo. Além disso, difícil é encontrar uma discussão capaz de se prender a um objeto e trabalhar em cima dele, por isso, geralmente, no final dessas discussões de internet todos estão falando de coisas diferentes e ninguém convencerá ninguém de nada, apenas servirá para estragar a amizade entre aquelas pessoas, se houver. Os livros e o estudo – no sentido clássico do termo – são facilmente trocados por essa espécie de cultura online em que as coisas podem ser ditas em 140 caracteres, vídeos de 15 minutos ou textos no facebook (que serão comumente chamados de textões!). E isso se torna mais dramático quando pensamos que se todos gastássemos as horas que gastamos na internet – sendo o Brasil o país que mais fica horas online – lendo um livro ou se debruçando sobre algum estudo avançaríamos muito como nação, o que melhoraria a nossa política, economia etc. Escrevendo sobre este tema, não posso deixar de lembrar a reação do Chico Buarque ao tomar conhecimento de como funcionava as opiniões das pessoas na internet, vamos nos inspirar nele: (HAHAAHAHAHAHAHA)
JOÃO LOPES Sei um segredo, você tem medo . Saiba como escrever na obvious. © obvious: http://lounge.obviousmag.org/canteiro/2015/10/reacao-do-chico-buarque-ao.html#ixzz43gRQOOA8 Follow us: @obvious on Twitter | obviousmagazine on Facebook FONTE = http://lounge.obviousmag.org/canteiro/2015/10/reacao-do-chico-buarque-ao.html?utm_source=obvious&utm_medium=Article_Column&utm_campaign=Popular_Articles

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Receita de Ano Novo Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor de arco-íris, ou da cor da sua paz, Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido (mal vivido ou talvez sem sentido) para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser, novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?). Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar de arrependido pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto da esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver. Para ganhar um ano-novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre. -------------------- Carlos Drumond de Andrade -------------------- Texto extraído do "Jornal do Brasil", Dezembro/1997.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Vacinas: GlaxoSmithKline multada em US$ 63 milhões pelo Reino Unido

Vacinas: GlaxoSmithKline multada em US$ 63 milhões pelo Reino Unido Posted by Thoth3126 on 10/12/2015
Crianças vitimas de NARCOLEPSIA Se as vacinas não causam danos ao cérebro, por que a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK) foi obrigada a pagar US$ 63 milhões para as vítimas de suas vacinas no Reino Unido? Uma vez que o pânico da gripe suína foi difundido em 2009, o que levou mais de 60 milhões de pessoas no mundo a se vacinar contra ela, uma enorme quantidade de pessoas – predominantemente crianças – pelo planeta têm desenvolvido uma série de condições graves de saúde. Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch Se as vacinas contra a gripe suína Pandemrix não causam danos ao cérebro, por que é que a Big Pharma GlaxoSmithKline (GSK) foi penalizada com multa de US$ 63 milhões para as vítimas de sua vacina? Por Jennifer Lilley (NaturalNews) – Fonte: http://www.naturalnews.com Principalmente, as lesões cerebrais tem sido a maior incidência; tudo, desde distúrbios do sono, perda de memória, a alucinações e doença mental foram experimentadas por aqueles que receberam a vacina Pandemrix da GlaxoSmithKline (GSK) contra a gripe suína. A maioria dos profissionais médicos e o pessoal da Big Pharma são rápidos para defender e recomendar essas vacinas; é claro que a gigante farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK), os fabricantes da vacina contra a gripe suína, Pandemrix, é um jogador-chave a este respeito.
No entanto, eles estiveram sob fogo pesado recentemente e, em vez de sentar-se sob uma protetora atitude “vocês-não-podem-tocar-me”, a gigante farmacêutica foi condenada a pagar cerca de US$ 60 milhões para o governo do Reino Unido depois que foi determinado que sua vacina Pandemrix desempenhou um papel fundamental em causar dano cerebral numa gama de casos. “Sem dúvida” a vacina Pandemrix contra a gripe suína esta conectada a danos cerebrais “Não há nenhuma dúvida em minha mente de que a vacina Pandemrix de início aumentou a ocorrência da narcolepsia em crianças em alguns países – e, provavelmente, na maioria dos países”, diz Emmanuelle Mignot, uma especialista em distúrbios do sono na Universidade de Stanford, que pesquisou sobre os efeitos da vacina. Cerca de 80 por cento das pessoas afetadas têm sido as crianças, mas o grupo farmacêutico GSK continuamente fez vista grossa para os casos. Mesmo quando saiu um estudo mostrando que crianças vacinadas, eram 13 vezes mais propensos a desenvolver narcolepsia, a empresa não admitiu qualquer link com sua vacina Pandemrix. Mesmo quando, em 2011, a Agência Europeia de Medicamentos emitiu um aviso de que pessoas com menos de 20 anos devia abster-se de usar a vacina , a GSK não prestou nenhuma atenção.
Houve um aumento considerável de outras doenças ao longo do processo de vacinação em massa da população, como do Autismo ! Eles sustentam que eles são profissionais dedicados à saúde humana; o site da GSK diz atualmente, “No conglomerado GSK a forma como fazemos negócios é responsável. Nossa missão é melhorar a qualidade da vida humana permitindo que as pessoas façam mais, se sintam melhor, vivam mais tempo.” Claro, diga isso para Josh Hadfield, de apenas oito ano de idade, de Somerset, Inglaterra. Ele tomou Pandemrix e adivinhem? Ele está agora tendo que ser medicado com drogas anti-narcolepsia para ajudar a mantê-lo acordado durante as aulas na escola, algo que custa cerca de $ 15.000 dólares americanos por ano. “Se você fize-lo rir, ele entra em colapso. Sua memória esta afetada. Não há cura”, disse uma mãe desolada. “Ele diz que desejaria que ele não tivesse nascido. Sinto-me incrivelmente culpada por deixá-lo tomar a vacina”. O site da GSK coloca a ênfase na “entrega do desempenho financeiro”
Curiosamente, o mesmo site da GSK que fala sobre a responsabilidade da empresa para ajudar os outros a se sentir bem e viver vida longa e saudável também toca em uma questão mais premente, pelo menos para eles – e é uma que diz muito. Apenas algumas frases abaixo a sua declaração de dedicação ao bem estar e à saúde, em letras de tamanho maior e que se destaca do resto da cópia, declara: “Como nós operamos é tão importante para nós como entregar o relatório do desempenho financeiro.” A declaração é atribuída a Sir Andrew Witty, principal (CEO) executivo da GSK. Então, você tem isso. Isso, meus amigos, é, em poucas palavras, basicamente, o mais perto que vamos chegar a “audiência” em linha reta a partir da própria fonte que todos os grandes conglomerados da Big Pharma realmente tem em mente é a saúde financeira de seus números. É claro que o fato de que a GSK vai ter que pagar os $ 63 milhões de dólares para o governo do Reino Unido para aqueles (imensa maioria SÃO CRIANÇAS) que agora têm seu cérebro danificado depois de receber aplicação da vacina Pandemrix também fala sobre volumes. Ele serve como uma admissão da própria GSK-GlaxoSmithKline de que tomar a vacina é de fato um problema de saúde; caso contrário, por que a GSK estaria tendo que dar dinheiro para aqueles que estão agora com dificuldades graves de funcionar perfeitamente em suas vidas diárias? É que eles realmente sentiam que estavam no direito, eles se mantem firmes e se recusam a fazer qualquer pagamento, certo? “Nunca houve um caso como este antes”, diz Peter Todd, um advogado que representava muitos dos demandantes no reino unido contra a empresa: “As vítimas dessa vacina Pandemrix tem uma doença incurável e ao longo de toda sua vida o que exigirá ampla medicação.”
Espera-se que ainda mais pessoas irão desenvolver lesões cerebrais associadas com a aplicação desta vacina contra a gripe suína, especialmente narcolepsia e catalepsia, doença que faz uma pessoa perder a consciência sempre que eles experimentarem emoções profundas, como o ato básico de se sentir muito feliz e dar risadas! Fontes: http://www.ibtimes.co.uk http://www.gsk.com http://www.truthwiki.org/Vaccine_Fanaticism Mais informações em: 1. http://thoth3126.com.br/vacinas-podem-ser-mortais/ 2. http://thoth3126.com.br/grandes-surpresas-dentro-de-vacinas/ 3. http://thoth3126.com.br/loucura-vira-epidemia-no-planeta-44-milhoes-de-pessoas-estao-dementes/ 4. http://thoth3126.com.br/o-colapso-moral-da-medicina-ocidental/ 5. http://thoth3126.com.br/ebola-pandemia-do-virus-foi-criada-na-africa/ 6. http://thoth3126.com.br/diet-coke-zero-e-mortal/ 7. http://thoth3126.com.br/os-illuminati-parecem-estar-em-toda-parte/ 8. http://thoth3126.com.br/virus-mortal-some-de-laboratorio-nos-eua/ Permitida a reprodução desde que mantido na formatação original e mencione as fontes.
Fonte = http://thoth3126.com.br/vacinas-glaxosmithkline-multada-em-us-63-milhoes-pelo-reino-unido/ ==================================== Technorati Marcas: NÉVEO - VÁRIOS ASSUNTOS

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

A presenca extraterrestre na Lua

A presenca extraterrestre na Lua

Posted by Thoth3126 on 01/11/2015

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A presença extraterrestre na Lua:

O Programa espacial dos EUA e seus segredos, depois de mais de 50 anos do início do Programa Espacial norte americano surge uma nova leitura da atividade humana no espaço e principalmente em nossa Lua.

Mesmo antes do dia 4 de outubro de 1957, quando os soviéticos lançaram da base de Baikonur e colocaram em órbita nosso primeiro satélite artificial, o Sputnik, aparelhos não identificados já haviam sido detectados e descobertos evoluindo além da nossa atmosfera, quilômetros acima da superfície de nosso mundo.

’’Meu dever é  falar, pois não quero ser cúmplice’’. Émile Zola


Edição e imagensThoth3126@protonmail.ch

A presenca extraterrestre na Lua

Por Marco Antonio Petit: http://www.marcopetit.com/artigos.htm

A primeira dessas descobertas aconteceu no ano de 1953, quando a recém criada USAF, a Força Aérea Norte-Americana, começou a utilizar uma novo modelo de radar, que possibilitava detecções de alvos a distâncias bem superiores às conseguidas até então. Faziam ainda os primeiros testes quando os técnicos captaram um objeto de grandes dimensões evoluindo sobre a região equatorial do planeta a uma altura de 600 milhas. Sua velocidade foi estimada em torno de 18 mil milhas por hora. Pouco depois um outro entrava na órbita do planeta a uma altitude inferior, estimada em 400 milhas.

A partir dessas ocorrências, foi criada em White Sands (uma enorme Base da USAF), no Novo México, em caráter de emergência, um projeto supostamente para a detecção de satélites. O descobridor do planeta Plutão, o astrônomo Clyde Toumbaught, um dos poucos de sua área a declarar publicamente ter visto UFOs, foi curiosamente convidado para dirigir os estudos, que teriam a supervisão da Ordinance Research do Exército.

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Estrutura artificial encontrada e fotografada pelos soviéticos na Lua durante a missão Luna 5.

A explicação oficial aprovada pelo Pentágono para divulgação pública dizia que as Forças Armadas estavam pesquisando pequenas luas, objetos naturais que tinham chegado através do espaço e entrado em órbita de nosso planeta. Em 1955, entretanto, a Casa Branca recebia a informação, que um desses objetos havia passado a evoluir em uma órbita mais baixa. Estava orbitando o planeta 50 quilômetros mais próximo, enquanto o outro simplesmente havia desaparecido, deixando as vizinhanças de nosso mundo. Não havia a menor dúvida já nessa época, que estávamos diante de artefatos controlados por alguma forma de inteligência. É evidente que a idéia de objetos naturais entrando em órbita da Terra foi algo apenas para consumo do público.

O Comitê de Segurança Nacional, intimado pelo então presidente Eisenhower aventava a alternativa de se tratarem de artefatos lançados pelos soviéticos, o que em nada servia para acalmar as coisas. Afinal, se eles já detinham tecnologia para colocar em órbita artefatos daquele tamanho, os EUA estavam realmente em grande perigo, pois a tensões entre os dois blocos já era preocupante naqueles tempos.

Mas a verdade é que aqueles objetos detinham uma tecnologia muito além das capacidades soviéticas, como dois anos depois pode ser confirmado, quando finalmente tivemos o lançamento do primeiro satélite por parte dos comunistas: um pequeno objeto metálico. 

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Torre fotografada no lado oculto da Lua durante a missão soviética Zond 3.

Desde 1953 outros objetos de origem interplanetária passaram a ser detectados orbitando nosso planeta, ou simplesmente se aproximando dele, para depois desaparecem, e nunca mais serem vistos. Nosso programa espacial passou a ser desenvolvido e planejado já com a certeza de que iríamos encontrar “alguém”, e que a órbita de nosso planeta, e mesmo a Lua, como veremos, já estava, vamos dizer, ocupada.

A partir de nossos primeiros satélites serem colocados em órbita, mas do que continuarmos a detectar a presença dos UFOs na órbita terrestre, teve início um outro processo. Nossos veículos espaciais passaram a sofrer um acompanhamento, e a chegada do homem ao espaço diretamente com Iurí Alekseyvitch Gagárin, por parte dos soviéticos, em 1960, e do norte-americano John Glenn Jr., em 1962, nossos astronautas passaram a ser testemunhas dessa realidade.

Cada nova espaçonave, cada novo desenvolvimento de nossas possibilidades era detidamente acompanhados por esses “olhos misteriosos”, e progressivamente era estabelecida uma censura cada vez mais objetiva, para manter o que acontecia no espaço longe da população.

Antes mesmo de chegarmos ao espaço, na verdade, a simples possibilidade de contato, ou do encontro com artefatos alienígenas já era seriamente considerada, e havia servido para o nascimento de diretrizes e documentos versando sobre o sigilo, que deveria ser mantido a qualquer custo. Na época, a divulgação desses “encontros”, já era considerada um fator de desestabilização da sociedade, e estados de perplexidade da população tinham que ser evitados. Análises dos vários cenários possíveis, a partir de um estabelecimento total da verdade, já haviam sido considerados, e chegavam potencialmente à subversão total da ordem e das instituições.

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Se os encontros com os UFOs no espaço já estavam gerando perplexidade dentro dos setores espaciais das duas super-potências, o passo seguinte dessa nossa história foi ainda mais perturbador. Com a sucessão de lançamentos por parte dos EUA e da URSS vários de nossos artefatos, satélites, começaram a apresentar problemas técnicos, o que evidentemente era algo totalmente previsível. O surpreendente é que vários desses depois de lançados, pareciam ser objeto de algum tipo de manutenção ou concerto.

Em agosto de 1963 é realizado em Blacksburg, na Virgínia (EUA), um congresso com os maiores especialistas das ciências espaciais. Um dos objetivos do encontro foi justamente debater os estranhos acontecimentos que estavam acontecendo com os satélites Firely, Telstar I, e Teltar II, que haviam deixado de transmitir em várias ocasiões, para depois voltarem a funcionar normalmente, da mesma forma que outros aparelhos soviéticos.

O cientista Richard Kershner, da Universidade John Hopkins (EUA), declarava na oportunidade, que podíamos pensar que “fantasmas espaciais” estavam dando “uma mão”, reparando os problemas dos mesmos. Como sabemos, coisas desse tipo continuam acontecendo até os dias de hoje, inclusive com nossas sondas enviadas aos planetas de nosso sistema solar.

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“Hangares” fotografados pelos norte-americanos (NASA) durante o projeto Lunar Orbiter.

Mesmo antes de Gagarin chegar ao espaço, os soviéticos, que estavam realmente mais adiantados, que os norte-americanos, começaram a lançar seus primeiros artefatos em direção ao nosso satélite natural. Só da série Luna, iniciada em janeiro de 1959, foram 24 missões, que compreenderam tanto passagens nas proximidades de nosso satélite, impactos diretos contra o solo, entrada em órbita, e pousos controlados na superfície. Outra série de naves não tripuladas, a Zond, permitiu aos soviéticos desenvolverem a capacidades de depois de chegarem ao seu destino, a órbita lunar, retornarem com suas espaçonaves à Terra.

Apesar de atrasados em relação aos seus inimigos ideológicos na corrida espacial, os norte-americanos progressivamente foram conseguindo seus sucessos na exploração de nosso satélite. Mediante os projetos Ranger (três missões lunares), Lunar Orbiter, que compreendeu cinco missões, e Surveyor, com sete lançamentos, e vários pousos controlados, obtiveram uma farta documentação fotográfica, e lançaram as bases para a chegada do homem ao nosso satélite.

Nessa altura dos acontecimentos, já havia por parte de uma pequena elite espacial, tanto pelo lado dos norte-americanos, como dos soviéticos, uma certeza: fossem americanos ou russos a chegarem primeiro a Lua, encontrariam já “alguém” muito bem estabelecido.

Algumas das fotografias obtidas tanto pelos soviéticos, como pelas missões norte-americanas, evidenciavam já uma presença marcante de representantes de uma, ou mais culturas extraterrestres, que estavam usando nosso satélite como base. Algumas imagens eram realmente impressionantes. Estruturas na forma de torres, construções apresentando padrões geométricos, crateras cujas formas aparentemente haviam sido modificadas, etc.

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Um UFO sobrevoando a Lua durante uma missão Apolo

Algumas fotos mostravam inclusive, que objetos de grandes dimensões, cuja natureza não podia ser ainda estabelecida, haviam sido transportados pelo solo lunar e haviam deixado na superfície de nosso satélite o registro de suas passagens. Isto tudo faziam parte de um contexto conhecido na época apenas por uma minoria privilegiada de nossa humanidade, que planejava o passo seguinte: a chegada do homem a Lua.

UMA PRESENÇA JÁ HÁ MUITO PRESSENTIDA

Na verdade muito tempo antes do início da Era Espacial havia já uma forte suspeita que realmente algo muito especial se passava na Lua. Desde séculos atrás os próprios astrônomos vinham observando fenômenos inusitados em nosso satélite. A observação telescópica, principalmente a partir do século 18, não deixava dúvidas.

Variação nas dimensões de determinadas crateras, aparecimento de pontos luminosos e escuros, que não raras vezes foram observados se movimentando pela superfície, ou acima dessa; aparecimento de cúpulas, ou domos, que da mesma maneira que surgiam, desapareciam, e reapareciam em outros sítios, para depois nunca mais serem observados, fagulhas; sinais de emanação de gases, e até formas luminosas de grandes dimensões, que pareciam ocupar vários quilômetros, etc.. Com o tempo esses fenômenos passaram a ser rotulados e conhecidos dentro da área da astronomia, e posteriormente dentro da pesquisa espacial, como Fenômenos Transitórios Lunares (LTP). Algo pouco objetivo, mas na medida certa para aqueles que não queriam enfrentar de frente a idéia de estarem estudando abertamente sinais de algum tipo de atividade extraterrestre na Lua.

Apesar da possibilidade de uma parte minoritária dos fenômenos, que estão enquadrados nesse estudo, poderem estar realmente relacionados a algo natural, como algum tipo de atividade sísmica, emanação de gases, etc., expressiva parcela das observações, seriam muito difíceis de serem explicadas dentro desse contexto. Na verdade, algumas dessas manifestações, foram tão violentas e evidentes, que chegaram a serem observadas mesmo antes de passarmos a utilizar nossos primeiros telescópios.

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Rastros de deslocamento (setas brancas), e os objetos que foram deslocados (setas pretas), fotografados durante a missão Apollo 16 (NASA)

A própria NASA, curiosamente, um ano antes da primeira missão tripulada à Lua (pouso), liberou um documento detalhado que reportava centenas dessas ocorrências, que haviam sido notificadas, e estudadas. A mais antiga remontava ao ano de 1500, cento e dez anos antes de Galileu ter a primeira visão ampliada de nosso satélite natural.

Esses fenômenos normalmente parecem se concentrar em torno de certos sítios ou regiões lunares, como nas áreas das crateras Aristarchus, Copernicus, Kepler, Eratosthenes, Alphonsus, Linné, Tycho, Gassandi, Picard, Grimaldi, Censorinus, Archimedes, Platô, Theophilus, no chamado Mar das Crises, nos Montes Atlas e Píton, etc. Como veremos mais a frente, existe uma clara ligação entre essas áreas especificas e os sinais da presença e atividade extraterrestre posteriormente detectada na Era Espacial.

INTERESSE ANTIGO

Meu interesse pelos Fenômenos Transitórios Lunares não é algo recente. Recordo perfeitamente quando ainda era um pouco mais que um simples adolescente, na época que já me dedicava às observações do céu mediante meus telescópios, tive contato pela primeira vez com o assunto. Nesse tempo, já profundamente interessado na ufologia, percebi logo o potencial em termos de ligação entre essas duas áreas. Tinha já consciência nessa época, que por trás daquela paisagem nem um pouco hospitaleira, poderia haver muito mais que crateras e montanhas para serem observadas. Durante muitas noites realmente me dediquei à observação telescópica de nosso satélite na esperança de ser testemunha direta de alguma manifestação daqueles misteriosos fenômenos, mas não tive tal privilégio.

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Vestígios/ruínas de uma construção na superfície lunar misteriosa e de forma geométrica fotografada durante o projeto Apollo

Um dos aspectos que mais me havia impressionado nessa área dos LTPs era a suposta variação de diâmetro da cratera Linné, no chamado Mar da Serenidade, supostamente verificado ao longo das primeiras décadas do século 19. Ainda hoje quando observo a Lua mediante meu atual instrumento, um telescópio Celestron, que permite ampliações de até 500 vezes, é rara a vez que não lanço o olhar em sua direção.

Além de seu diâmetro estimado na atualidade ser inferior ao mensurado antes do início do suposto processo de variação, a referida cratera, como pode ser visto nas imagens mais recentes obtidas por nossos veículos espaciais, apresenta em torno de si uma espécie de anel de poeira branca, que não é achado em torno de nenhuma outra cratera da região.

Esta situação, faz com que o conjunto, formado pela cratera, e este “anel”, seja visto, a partir dos telescópios amadores, situados na Terra, como um ponto luminoso, ou esbranquiçado, dando inclusive a impressão, que a cratera realmente não existe mais. A idéia atual de alguns astrônomos da atualidade revela, que a tal variação, teria sido algo ilusório. É difícil de ser levada a sério tal conjectura, além de menosprezar os profissionais da mesma área do passado, o referido fenômeno foi observado progressivamente ao longo de décadas. Ou seja, houve tempo para uma mensuração cuidadosa do fenômeno.

Meu interesse por esse assunto, já quando fazia ufologia em termos públicos, acabou me levando a fazer inúmeras palestras sobre o tema, que englobavam também as experiências de nossos astronautas, mas com o passar dos anos, de uma certa maneira, e provocado por minha dedicação a outros aspectos da ufologia, deixei esta temática em segundo plano, até que algo realmente me chamou recentemente a atenção para o assunto, fazendo com que eu voltasse a investigar novamente esta área.

Tudo começou quando tomei conhecimento do artigo “Dark Mission: The Secret History of NASA” (Missão Obscura: A História Secreta da NASA), publicada no início de outubro de 2007, no jornal New York Times, onde o Dr. Ken Johnston fazia denúncias graves sobre o processo de acobertamento da agência espacial norte-americana. O cientista havia sido gerente da Divisão de Controle de Dados e Fotos do Laboratório de Recepção Lunar da NASA, durante os esforços de exploração lunar na época do Projeto Apollo. Segundo a matéria, Johnston havia recebido ordens para que destruísse todas as imagens que revelavam de maneira mais objetiva a existência de ruínas e sinais evidentes da presença de tecnologia extraterrena na Lua.

Na época do referido artigo, Johnston ainda fazia parte do programa espacial norte-americano, mas logo em seguida, no dia 23 de outubro, foi demitido sumariamente pela agência espacial, sendo afastado das funções que exercia no famoso Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), situado em Pasadena. Poucos dias depois de sua demissão, no dia 30 de outubro, Johnston já prestava um testemunho público em uma conferência no National Press Club, em Washington, em um evento da entidade “The Interprise MIssion”, liderada por Richard C. Hoagland, antigo consultor da NASA e conselheiro científico do canal CBS News durante as missões Apollo. O ex-gerente da Divisão de Controle de Dados e Fotos do Laboratório de Recepção Lunar revelou inclusive, que contra as ordens recebidas, havia preservado parte das imagens mais críticas.

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Misteriosa estrutura na borda interior da cratera simetricamente circular refletindo a luz solar (Foto Clementine)

Diante dessas notícias e referências percebi que havia chegado o momento de investigar novamente os arquivos de imagens da agência espacial (NASA), agora disponibilizados mediante a Internet na forma de um número muito grande de páginas. Eu não tinha na verdade a menor idéia do que estava ou não sendo disponibilizado.

De início encontrei uma quantidade muito grande de sites particulares de inúmeros investigadores, que já vinham divulgando imagens realmente reveladoras, mas eu não estava disposto a repassá-las sem uma prévia verificação da seriedade dos mesmos, e principalmente da origem desse material, e para este tipo de trabalho não havia outra opção, a não ser à busca das fotos nos sites oficiais da própria agência espacial, ou em outros mantidos por instituições de pesquisa relacionadas à própria agência, que participam de suas atividades e programas.

Pouco tempo antes desses fatos, curiosamente, a própria NASA, tinha vindo a público, e isto foi divulgado em larga escala pela mídia em geral, para revelar que haviam sido perdidos, estavam desaparecidos os filmes realizados durante as missões do projeto Apollo, que havia levado 12 homens ao solo lunar. Algo realmente inacreditável.

Mas voltando a falar de nossas investigações, pudemos confirmar, que existem realmente muitas fotos do referido projeto que desapareceram, e isto é assumido oficialmente. Os números dessas imagens constam dos catálogos, mas ao clicarmos sobre os mesmos nos deparamos com a informação que elas estão “desaparecidas”. Mas o que mais nos surpreendeu já no início dessas nossas investigações, foi o fato de existirem nos referidos catálogos, imagens ainda extremamente reveladoras, nas quais podemos ver além dos UFOs, ruínas de antigas construções, e sinais da presença dos extraterrestres na atualidade, na forma de outras estruturas artificiais. Mas achar estas imagens não é muito fácil, pois tais fotografias estão entre outras milhares, que não apresentam nada relacionado ao assunto de nosso interesse.

Não há dúvida que o projeto Apollo foi muito mais além do que foi divulgado em termos oficiosos. Maurice Chatelaim, por exemplo, que na época do projeto foi chefe dos sistemas de comunicações da NASA, fez vários pronunciamentos no passado, afirmando que todos os vôos espaciais não só do projeto Apollo, mas também das missões do projeto Gêmini, que permitiu a NASA desenvolver o processo de acoplamento entre naves no espaço, foram acompanhados de perto por veículos espaciais de origem extraterrestre. Chegou inclusive a afirmar, que seus astronautas, receberam ordens para manterem silêncio sobre essa realidade.

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Escavação e possível processo de mineração na cratera Lobachevsk 2 (Foto Clementine)

Claramente compatíveis com essas idéias são também as declarações feitas pelo Dr. Glenn Seaborg, físico nuclear, Prêmio Nobel, que na época do projeto Apollo era presidente da Comissão Atômica dos EUA. Segundo suas palavras, proferidas em dezembro de 1969, durante uma visita oficial a Moscou, os astronautas norte-americanos haviam trazido da Lua fotografias, que mostravam traços e vestígios da passagem de criaturas inteligentes pelo solo de nosso satélite. O cientista norte-americano fez menção inclusive a evidências dessa presença fotografados na fase oculta, deixados por alguma classe de veículo, que se movimentava pelo solo.MAIS MISTÉRIOS

Não menos misteriosos foram também os sinais ou variações registradas pelos soviéticos sob a forma de distorções do campo magnético lunar, que eram notadas toda vez que uma nave norte-americana cruzava o limite, o “horizonte lunar”, passando para o lado oculto de nosso satélite natural. Algo realmente de grandes proporções deveria ocorrer para provocar tal efeito. Os soviéticos chegaram a colocar uma espaçonave, a Luna 15, em órbita de nosso satélite para tentar resolver este mistério durante a missão da Apollo 11.

Mas uma coisa parece certa, os astronautas, que chegaram à Lua, travaram contato com uma realidade para a qual não estavam preparados, responsável possivelmente, pelo menos em parte, pelos problemas existências, que a maioria passou a sofrer, após o retorno à Terra.

Desde a primeira missão tripulada a entrar em órbita de nosso satélite, a da Apollo 8, as revelações nas comunicações entre os astronautas, e o centro de controle das missões, não deixava dúvida, que algo realmente importante estava se desenvolvendo, mesmo com a utilização de palavras ou códigos previamente escolhidos, aparentemente para mascarar a verdade Outras vezes foi usado também um canal alternativo, que era totalmente vedado à mídia, onde esta verdade era manifestada claramente.

Nessa primeira missão, por exemplo, depois de um silêncio maior do que o esperado após terem mergulhado pela primeira vez na fase oculta de nosso satélite, James Lovell, comunicou ao centro de controle em Houston, que “haviam acabado de informar que Papai Noel existia”. Esta mesma referência, já havia sido utilizada antes em outras missões para reportar a presença dos UFOs. Outro termo escolhido, também muito usado, era a palavra “duende”.

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A cratera Aristarcus e a luminescência chamada de “fenômeno transitório” lunar.

Em uma outra dessas transmissões, também nunca admitida pela NASA, dessa vez interceptada mediante radioamadores, um dos tripulantes da Apollo 17, o astronauta Eugene Cernan, revelava:

“Estou observando mais um bloco, exatamente na parte norte da rampa. É uma pirâmide. Não… Tem a forma triangular… Mas o que é isto? Estou numa espécie de trilha. O que acham disso? E essas coisas voando sobre nós?”.

Só recentemente, por exemplo, o astronauta Edwin Aldrin, resolveu admitir e falar publicamente sobre a presença do UFO que acompanhou a Apollo 11 durante parte de seu trajeto rumo à Lua, descrevendo inclusive em detalhes as manobras inexplicáveis que o aparelho apresentou em certo momento do contato. Segundo Aldrin, o objeto tinha a forma oval. Mas tanto ele como seu companheiro Neil Armstrong continuam a manter segredo sobre o que teria acontecido na Lua, logo em seguida ao pouso. Em uma dessas comunicações censuradas os dois astronautas reportam a presença de naves, e mesmo uma forma de vida.

Uma exceção a esse procedimento ou essa situação de sigilo foram às declarações do astronauta Charles Conrad, tripulante da Apollo 12, à revista romena Scientia. Segundo ele “De um modo geral, o solo da Lua da a impressão de ser intocado. Mas algumas vezes pudemos notar que parecia, que o solo tinha sido revolvido. Em dois ou três desses lugares percebemos também pegadas, como que feitas por pés humanos. Tiramos fotografias desses rastros e nossos especialistas estão agora examinando as fotos”.

Diante do que vimos até agora, incluindo as declarações de algumas personalidades relacionadas ao programa espacial norte-americano, que já citamos, e das imagens, que já estão começando a revelar a verdade da presença extraterrena, é surpreendente o silêncio mantido pelos astronautas. Mesmo o astronauta Edgar Mitchell, o quarto homem a pisar o solo de nosso satélite (Apollo 14), que fala abertamente sobre os UFOs, e na realidade da presença extraterrena em nosso mundo, mantém o mesmo silêncio de seus companheiros quando o assunto é a Lua.

Parece que por motivos sobre os quais poderíamos no momento apenas especular, a presença dos extraterrestres em nosso satélite natural assumiu um nível de segurança, e sigilo, ainda maior do que quando se trata da presença desses objetos, e seres em nosso mundo.

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Construções alienígenas abandonadas na Lua e encontradas pela missão SECRETA em conjunto EUA/URSS da Apolo XX.

Parece certo também agora, pelo menos em minha opinião, que o projeto Apollo foi desenvolvido em tempo recorde não apenas para superar pela primeira vez os soviéticos na corrida espacial, mas mediante outros motivos, que só agora podemos começar a perceber. Até então a URSS havia realmente estado sempre na frente desde o lançamento do primeiro satélite. O mais surpreendente diante de tal realidade foi o fato dos soviéticos, mesmo depois de todo o desenvolvimento conseguido, terem abdicado não só de tentarem chegar com naves tripuladas à Lua antes dos norte-americanos, como também nunca mais terem manifestado qualquer pretensão em relação ao nosso satélite, coisa que como sabemos acabou acontecendo com os próprios norte-americanos, que chegaram inclusive a cancelar as últimas missões do próprio projeto (Apollo).

Logo depois, curiosamente, começam as missões conjuntas entre as duas super-potências, mas a Lua parecia não fazer mais parte desses planos. Parece existir algo muito misterioso por trás desses fatos e situações. De uma maneira intuitiva começo a perceber a possibilidade dos norte-americanos terem chegado a Lua literalmente como representantes de nossa humanidade, não em termos de uma retórica consumista, mas de fato.

Depoimentos prestados nos últimos anos, inclusive por militares que estiveram envolvidos com o programa espacial dos EUA, como o Sargento Karl Wolfe, revelam aquilo que já havíamos concluído e declarado no início desse artigo: os norte-americanos, e evidentemente os soviéticos, já no meio da década de 60, sabiam qual era a realidade lunar a ser enfrentada. Wolfe, que na época servia na Langley Field Air Force Base, e fazia parte das atividades do programa de mapeamento lunar, fez recentemente um depoimento público também no National Press Club, durante uma das seções do Disclosure Project, criado pelo Dr. Steven Greer.

Em seu depoimento, o militar revelou como em 1965 foi chamado a um dos laboratórios que processavam as imagens das sondas enviadas à Lua, que estava com um de seus equipamentos apresentando defeito. Sua missão era apenas tentar resolver o problema, mas acabou tendo a oportunidade mediante um outro militar, que o recebeu no local, de ver imagens realmente impressionantes, que revelavam a presença de várias instalações ou bases extraterrestres na fase oculta de nosso satélite. Segundo ele, haviam imagens claras de estruturas apresentando formas geométricas, construções circulares, torres, coisas que pareciam discos de radares, só que eram muito maiores, etc. Em uma outra imagem mostrada a ele, havia um grande número de estruturas agrupadas. Algo realmente totalmente inacreditável, pelo menos em termos daquilo que é conhecido e divulgado oficialmente para a humanidade.

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Instalação alienígena fotografada na face oculta de nosso satélite natural pela espaçonave Clementine

MUDANÇAS NO ACOBERTAMENTO

Mas voltando agora finalmente a falar do material fotográfico que esta sendo disponibilizado pela NASA, e pelas instituições norte-americanas relacionadas ao programa espacial do país, a primeira coisa que fica patente é uma mudança na postura do sigilo. Uma quantidade expressiva, na verdade milhares e milhares de fotos dos programas Ranger, Lunar Orbiter, Surveyor e Apollo, estão sendo disponibilizadas, e entre estas, estão várias, que apresentam sinais evidentes da presença de ruínas, e outras estruturas, ou construções na Lua.

Além de ter conseguido localizar várias, que já estavam sendo expostas em outros sites particulares, encontrei outras que não haviam sido ainda identificadas. Até imagens de pegadas que parecem não conferir em termos de modelo e tamanho com as deixadas por nossos astronautas podem ser acessadas, e eu encontrei várias fotos documentando justamente esta realidade.

Mas como já escrevemos no início desse artigo, é necessário dedicação para encontrar esse material mais contundente em meio aos catálogos. Eu mesmo, até o momento, depois de meses de dedicação, só consegui examinar uma ínfima parte da totalidade dessas imagens, mas existem hoje inúmeros investigadores, principalmente no exterior, empreendendo o mesmo tipo de busca. O efeito na parte central da foto oculta provavelmente uma das torres gigantescas fotografadas com alta definição durante a missão militar norte-americana Clementine.

Alguém (um insider dentro da NASA) decidiu que já tínhamos o direito de ver essas imagens, desde que, vamos dizer, sejamos “merecedores” desse privilégio. Esta situação esta sendo oferecida justamente para aqueles que já perceberam, que a verdade é algo muito maior e mais complexa do que aquilo que nos é mostrado oficialmente. Ou seja, estamos sendo convidados de uma maneira sutil, e ao mesmo tempo extremamente inteligente, a participar do processo gradual de revelação da verdade.

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Uma fotografia “tratada digitalmente” que pretendeu eliminar a existência de enorme torre na superfície lunar descoberta durante a missão militar norte-americana Clementine.

Mas não devemos ter ilusões. Existe claramente uma guerra subterrânea dentro das instituições e organizações que até agora geriram o processo de sigilo. Mas do que isto, muitos dos seus membros não passam de representantes de uma espécie de poder paralelo, que esta acima inclusive das administrações democraticamente, e legalmente constituídas, sem qualquer tipo de controle, que exerce seu poder em termos planetários. Representam a industria armamentista, os sistemas de produção de energia, e manipulam a ciência para o cumprimento de seus objetivos, mesmo que isto acabe levando o nosso planeta à falência ambiental.

Este grupo é o mesmo que deseja implantar de forma definitiva um processo de militarização no espaço. Algo que certamente não seria e será aceito pelas civilizações extraterrestres presentes hoje não só na Terra, como em outros pontos de nosso sistema solar, como o nosso satélite natural.

O RETORNO A LUA

Em 1994, mais de vinte anos depois do fim do projeto Apollo, os norte-americanos voltaram ao nosso satélite, e dessa vez o envolvimento e interesse militar foi explicito, e teve a participação inclusive da área armamentista. Uma missão concebida, elaborada e implementada, além de financiada, por estes setores. Esta realidade chega a ser irônica, para não dizer assustadora.

No dia 25 de janeiro daquele ano (1994) era lançado a partir da Base da Força Aérea de Vandenberg o Deep Space Program Science Experiment (DSPS), conhecido mais simplesmente como Clementine. Uma espaçonave de alta tecnologia, anos luz a frente de tudo que já havia sido enviado a Lua. Para que se tenha uma idéia do que foi feito, entre sua concepção em termos ainda de design, e o lançamento, se passaram apenas 22 meses.

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Foto das ruínas da cidade extraterrestre “A Catedral” encontrada na superfície oculta da lua pela missão secreta da Apolo 20.

O “consórcio” responsável pelas várias fases da missão envolveu o Naval Research Laboratory, Lawrence Livermore National Laboratory, Ballistic Missile Defense Organization e a própria NASA, além da Força Aérea, cuja participação esteve restrita ao lançamento. Um conjunto de forças nem um pouco convencional se pensarmos na exploração pacífica do espaço.

Outro marco nessa missão, antes de falarmos do que ela representou dentro de nossa área de interesse, foram os seus custos. Da concepção a realização ela foi realizada com um orçamento de apenas 80 milhões de dólares. Uma demonstração clara do potencial e da capacidade desses setores em desenvolverem projetos revolucionários. Toda essa história deixou uma mensagem subliminar: o programa espacial poderia passar a ser controlado diretamente pela área militar, com menos dinheiro, e maior capacidade para a obtenção de resultados.

Em apenas dois meses em órbita da Lua a Clementine obteve mais fotografais do que todas as missões anteriores reunidas. Foram obtidas por suas várias câmeras cerca de 1,8 milhões de imagens digitais. Pela primeira vez foi desenvolvido um projeto de mapeamento lunar em várias faixas do espectro eletromagnético, com a utilização de câmeras que trabalhavam na faixa do infravermelho, ultravioleta, radar, além evidentemente de uma câmera para faixa visível do espectro eletromagnético, que também deixava longe suas antecessoras que haviam chegado a Lua.

Não é preciso dizer que o controle das imagens não ficou a cargo da NASA (apenas uma participante secundária do projeto). Por trás de uma postura de atenção e transparência com a mídia em geral, gerenciada ou conduzida em determinados momentos pelo próprio Pentágono, que envolveu a liberação de milhares de imagens, e a divulgação de vários informes científicos, estava em curso a maior operação de acobertamento já estabelecida em missões espaciais.

Parece claro hoje que apesar da existência de interesses científicos louváveis, tamanho envolvimento militar tinha evidentemente interesses que estavam longe de qualquer possibilidade de divulgação, ou mesmo de serem supostos pela opinião pública. Baseada nas descobertas anteriores das várias missões precedentes, a Clementine, foi enviada para a Lua para estabelecer definitivamente a amplitude, e o verdadeiro potencial da presença extraterrena. Um tipo de procedimento necessário e padrão dentro da área da Inteligência. Militar.

O arsenal tecnológico enviado para a Lua permitiu com toda certeza, que os responsáveis pela elaboração do projeto, tivessem todas as informações que faltavam. Hoje em algum lugar dentro da estrutura militar dos EUA existe um “mapa” muito especial onde temos identificadas cada ruína, cada vestígio da passagem no passado dos extraterrestres, e principalmente, cada instalação ou base em operação na atualidade. Mas como conciliar esses interesses com a divulgação de uma missão supostamente revestida apenas de objetivos científicos?

Algumas das imagens liberadas, mesmo após esse processo de manipulação, são extremamente reveladoras. Em várias dessas apenas as estruturas maiores foram “apagadas”, ou encobertas, deixando ainda perceber coisas interessantes, e outras construções menores. Em algumas dessas fotos os objetos ou edificações foram cobertas apenas parcialmente. Mas essa censura não atingiu todas as fotos que seriam do nosso interesse. Algumas dessas não foram, vamos dizer, “tocadas”, e estão disponíveis para serem vistas, revelando realmente sinais mais do que evidentes dessa presença. Existem algumas realmente impressionantes onde podemos observar conjuntos de estruturas que cobrem vários quilômetros de extensão.

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Os gestores do programa Clementine tomaram em algum momento uma decisão crucial, evidentemente antes da liberação das milhares de imagens disponibilizadas mediante as páginas e links para acesso público: passaram a manipular o material fotográfico de uma maneira escandalosa, pelo menos as fotos mais reveladoras. Mais isto mais cedo ou mais tarde seria descoberto, como aconteceu. Depois de tudo que já vimos nesse artigo, temos que fazer uma outra indagação: será que até isto não foi planejado, e faz parte do programa que vem sendo desenvolvido para o gradual estabelecimento da verdade?

Apesar da existência de várias fotos documentando esses sinais na face lunar voltada para à Terra, muitas vezes justamente nas áreas onde sempre se concentraram os chamados Fenômenos Transitórios Lunares, as imagens da Clementine não deixam dúvida: os grandes complexos de estruturas, e as maiores edificações estão realmente na face oculta da Lua. Algumas dessas “coisas” se estivessem na face voltada para Terra seriam vistas mesmo a partir de nosso planeta mediante nossos telescópios.

Depois de examinar e ter contato com mais de 200 imagens desse tipo não há como não desenvolver uma visão diferenciada do acobertamento em termos espaciais, e, sobretudo, no que diz respeito ao nosso satélite natural, e já esta na hora de percebermos que este tipo de referência não faz mais o menor sentido. A Lua não é nossa! Talvez tenha sido um dia, e as ruínas encontradas podem estar associadas ao tempo que segundo nossas tradições mais antigas nossos antepassados vindos das estrelas se estabeleceram na Terra, e criaram uma avançada civilização, que segundo essas mesma fontes era capas de viajar pelo espaço.

Não há dúvida que algo de errado aconteceu, afinal a poucos milhares de anos atrás estávamos vivendo em cavernas. Talvez parte de nosso passado esteja lá preservada pela falta de atmosfera, e qualquer tipo de efeito erosivo. Mas para termos o direito de voltar aquele mundo de maneira efetiva temos que desenvolver um outro tipo de ética, e responsabilidade. Pela primeira vez em nossa história recente nossos principais governantes, sejam eles do poder constituído, ou paralelo, descobriram seus limites… O que eles farão diante dessa realidade? (Publicado originalmente em Janeiro 2014)

Marco Antônio Petit de Castro interessou-se por fenômenos envolvendo OVNIs e extraterrestres em 1975 e no ano de 1979 teve seu trabalho documental reconhecido pelos ativistas da área, sendo premiado no Primeiro Encontro Nacional de Teses Ufológicas, no Rio de Janeiro. Acredita que Extra terrestres tenham modificado o genoma humano e participado da evolução.

Para saber mais:

1. http://thoth3126.com.br/apolo-xx-missao-secreta-nave-mae-gigantesca-e-cidade-alienigena-na-lua/

2. http://thoth3126.com.br/nos-descobrimos-bases-alienigenas-na-lua/

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

clip_image028www.thoth3126.com.br

Fonte = http://thoth3126.com.br/a-presenca-extraterrestre-na-lua/

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